Daniele Cristina Vieira Perin, 34 anos

É casada e bancária em São José do Rio Preto/SP.

Há 1 ano, durante uma consulta ginecológica de rotina, a médica suspeitou de um nódulo no seio e solicitou exames complementares que então confirmaram o diagnóstico de câncer.

“O dia em que recebi o diagnóstico foi, sem dúvida, o pior momento de todo o tratamento. O desconhecido assusta, traz medo e incertezas. A vida como eu conhecia, foi virada do avesso, minha rotina foi invadida por exames, consultas médicas, cirurgias e medicações.”

“Câncer não é sentença de morte. É difícil? Muito… Mas podemos viver essa nova realidade com leveza e otimismo.”

A paciente, disse que conversar e trocar experiências com outras pacientes a ajudou muito durante o tratamento. O acompanhamento e cuidados da equipe de profissionais do Corp também foram essenciais e fizeram toda a diferença.

“Câncer não é sentença de morte. Talvez seja um despertar para a vida. Dá medo? Dá. É difícil? Muito… mas podemos escolher entre passar o resto de nossas vidas nos lamentando, ou então viver essa nova realidade com leveza e otimismo.”